Helenita
Em 1964, uma menina nasce em uma pequena vila do interior do Brasil e é apresentada como “a primeira criança gerada na Revolução”. Décadas depois, essa mesma mulher estará presa após os acontecimentos de 8 de janeiro em Brasília.
Mas Helenita não é um romance sobre política. É a história de uma mulher que passa a vida tentando encontrar seu lugar no mundo e construindo uma narrativa sobre quem é, sobre o que merece e sobre o que lhe foi negado. À medida que sua trajetória se entrelaça com as transformações do país, as fronteiras entre experiência pessoal e história coletiva tornam-se cada vez mais difíceis de distinguir.
